Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

PT manda até no que Serra irá falar.


Leiam o que informa Renata Lo Prete na Folha Online.
O SBT-Nordeste procurou a campanha de José Serra para cancelar a entrevista que faria com o candidato tucano à Presidência da República nesta quarta-feira, às 12h20, em substituição ao debate inviabilizado pela recusa de Dilma Rousseff (PT) em participar.
O evento, sobre temas específicos da região, seria transmitido por dez emissoras afiliadas ao SBT, com geração pela TV Aratu de Salvador. Quando da negociação das regras do debate com as duas campanhas, ficou estabelecido por escrito que, em caso de desistência de um dos participantes, o outro seria entrevistado por 30 minutos, e a ausência do oponente seria mencionada pelo mediador no início de cada bloco.
O SBT-Nordeste, porém, alegou a assessores de Serra ter recebido pressão da cúpula nacional da emissora para não realizar a entrevista.
ComentoSBT??? É aquela emissora que contribuiu para espalhar a farsa da “bolinha de papel”, que, a um só tempo, buscou tornar irrelevante uma agressão fascistóide, debochar da vítima e ainda inverter a lógica das culpas??? É, sim!!!
O SBT Nordeste alega pressão vinda da cúpula da emissora, e a cúpula da emissora certamente recebe pressão da cúpula do governo. Trata-se de um escândalo, que escarnece da liberdade de imprensa. O que temos, então??? A ser assim, é Dilma quem decide quando Serra fala ou não. Se ela decidir comparecer aos eventos, então ele fala também. Se ela se negar, então ele também silencia.
Eis a “mídia” que os petistas consideram que precisa estar sob controle!!! É bem verdade que, quando defendem essas teses, não estão pensando em emissoras como o SBT ou a Record — sim, algumas outras podem entrar nesse grupo; tudo a seu tempo. Quando se fala em “controle da mídia”, o alvo, nas TVs, é a Globo; no caso das revistas, como eles revelam tantas vezes, é a VEJA — e vai por aí.
Afinal de contas, do que é que eles não gostam mesmo??? De jornalismo independente, ora essa!!! Como todos os ditadores, eles nada têm contra quem concorda com eles e endossa seus métodos.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Debate até dizer chega!!!

Esta já é a eleição presidencial com o maior número de debates entre os candidatos à Presidência da República. Na sexta-feira, quando se realizar o confronto entre Dilma Rousseff e José Serra na TV Globo, serão dez os debates transmitidos pela televisão. Depois de tantos enfrentamentos, os petistas comemoram e os tucanos reconhecem que não se confirmou uma das previsões pré-eleitorais: a de que Serra iria engolir Dilma.

Petrobras agora virou carne de pescoço???


Reveja o debate se quiser. Dilma chamou, com todas as letras, de “carne de pescoço” nada menos de 57 anos de história da Petrobras. O Brasil quase atingiu a auto-suficiência de Petróleo — Lula cantou as glórias do feito, embora ele ainda não seja real — sem o óleo do pré-sal. Para a candidata do PT, tudo bobagem!!!
Agora, diz ela, é diferente. Insistindo na metáfora estúpida do “bilhete premiado”, afirma que o petróleo do pré-sal, sim — que ainda está bem escondidinho —, é que é bom: o que tínhamos antes era do tipo “pesado”; o bom, o “leve” está lá nas profundezas. Por isso, diz, o regime tem de ser de partilha, não de concessão!!! Só uma coisa: “bilhete premiado” é lance de sorte. A Petrobras chegou ao pré-sal com pesquisa. Muitos anos e muitos milhões de dólares, minha senhora!!!
O que uma coisa, o “petróleo leve”, teria a ver com outra, “regime de partilha”??? Ninguém seria capaz de explicar. Em tempo: o Brasil tanto produz petróleo “bom” como “ruim”.
Imaginem se uma frase como aquela sai da boca do tucano José Serra. Os petroleiros, comandados pela CUT, fariam nesta terça uma manifestação de protesto. Talvez Marilena Chaui aparecesse lá para discursar: “Estudei Espinosa (como ela escreve…) desde mocinha e tenho a dizer que a carne de pescoço…”
Aliás, o debate de ontem evidenciou algumas brigas que Dilma Rousseff, pelo visto, não quer comprar:  Serra bateu pesado em Valter Cardeal, amigo do peito da candidata, e na acusação que lhe faz um banco alemão de ter-se metido numa pesada falcatrua na Eletrobras (veja no arquivo do blog); Dilma estaria ciente de tudo, diz o banco. A petista amoitou. O candidato tucano também acusou o governo de lotear uma diretoria da Petrobras para Fernando Collor. Dilma também preferiu não comprar a briga. E ouviu calada a lembrança de que foi uma das principais testemunhas de defesa de José Dirceu.
Para encerrarA Petrobras é uma empresa mista, de capital aberto. Imaginem a satisfação dos investidores quando ouviram a mulher que pode vir a ser presidente do Brasil afirmar que o petróleo da empresa, hoje, é “carne de pescoço”, coisa de pouco valor, porcaria mesmo. O “filé-mignon”, como ela disse, argumentando com a graça de um açougueiro, só virá com o óleo do pré-sal.
É o petismo em rimo de barbárie. Caso esta senhora se eleja, há o risco de que todos sintam saudade de Lula…
PS - José Sérgio Gabrielli não vai divulgar uma nota negando que a Petrobras seja “carne de pescoço”???

Dilma perde... marqueteiro do PT ganha!!!


Chega a ser divertido. João Santana, marqueteiro do PT, especialista em pautar jornalistas — e muitos se deixam pautar —, está espalhando que Serra foi muito agressivo no debate, “arrogante”. Aliás, Dilma chegou a dizer isso, seguindo a orientação do publicitário, claro! Durante o debate, ela afirmou que o adversário estava “dizendo mentiras”, que “estava enrolando” etc. Mas “agressivo” foi o outro. A verdade inquestionável é que Serra foi indubitavelmente melhor. E restou ao PT acusar o vencedor de arrogância.
O engraçado é que, em parte, Santana está sendo bem-sucedido. Já há um monte de textos por aí afirmando: “Serra parte para o ataque”. Ora, os dois atacaram. A questão é de outra natureza: qual deles assentou suas teses em mentiras???

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Dilma Rousseff dá ordens para a produção de dossiês



O Planalto tem um comando que perverte a República e tenta transformar o estado brasileiro em uma central de ilegalidades a serviço do PT. No comando estão ninguém menos do que Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República —aquela que Lula, o grande líder dessa facção, chama de “mãe do Brasil — e Gilberto Carvalho, chefe de gabinete da Presidência da República. Ao menos é o que sugerem gravações a que VEJA teve acesso. Carvalho agora é réu no processo que investiga falcatruas em Santo André (ver posts abaixo) durante a gestão Celso Daniel, o prefeito assassinado em circunstâncias que até hoje chocam a lógica. Foi nessa cidade, no governo petista, que se criou o software de transferência de recursos públicos para o PT.
“Não agüento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazes dossiês (…). Eu quase fui preso como um dos aloprados”.
A frase acima e de Pedro Abramovay, secretário Nacional de Justiça, e integra gravações feitas legalmente (e devidamente periciadas) a que a reportagem da VEJA teve acesso. Revela-se a tentativa clara de transformar o Ministério da Justiça numa mera repartição do PT, a serviço da destruição dos inimigos.
Abramovay cedeu às pressões? A referência aos aloprados remete a outra personagem da República, hoje integrado ao núcleo da campanha de Dilma Rousseff: o mui moralista Aloizio Mercadante, candidato derrotado do PT ao governo do Estado. Quando estourou o escândalo dos aloprados, em 2006, Abramovay trabalhava para o senador. Qual foi a sua atuação no episódio? Mercadante sempre jurou que nunca teve nada com isso. Se Abramovay, como ele diz, “quase foi preso”, a gente é tentado a achar que não estava apenas cumprindo as suas funções institucionais de segunda a sexta ou regando o jardim no sábado — atividades que não expõem ninguém à ação da polícia.
Leiam a reportagem de Gustavo Ribeiro na VEJA desta semana e perceba o que acontece com as instituições quando o país é governado por um chefe de facção, não por um chefe de governo, que tem dimensão de sua grandeza.

sábado, 23 de outubro de 2010

Dilma??? "So eu mes..."

Uma pesquisa que chegou nesta semana às mãos da campanha do PT revelou que 40% dos mineiros  não sabem que Dilma Rousseff nasceu no estado. A partir dessa constatação, a campanha de TV de Dilma deve em algum momento tentar bater nesta tecla para tentar seduzir os mineiros.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Votar em quem meu Deus do céu!!!

Para ser imparcial, comentarei sobre o Serra, algo que me confunde e muito ainda. O candidato do PSDB à Presidência da República, nunca foi muito com a cara dos tucanos ortodoxos que conduziam a economia no governo FHC. Na campanha de 2002, porém, jurou  continuidade do governo FHC e Plano Real. Agora, pela mesma razão, mostra-se pronto a mudar suas opiniões pessoais.

Multiplicam-se as promessas de aspecto populista na campanha tucana. O Bolsa Família se estenderia a mais 15 milhões de famílias (hoje são 13 milhões) e contemplaria idosos e mais vulneráveis com um 13º benefício mensal. Ou seja, mais 2 milhões de vagabundos, e agora com décimo terceiro salário.
O salário mínimo subirá para R$ 600 já no ano que vem. Pensões e aposentadorias do INSS terão aumento de 10%.
A motivação eleitoral parece óbvia. Serra enfrenta o desafio de concorrer com a candidata petista, Dilma Rousseff, ungida pela popularidade inédita de um presidente que, em oito anos, de fato "deu" esmola e renda para as camadas mais pobres e pelo menos tentou incluir milhões no mercado. Além disso, a candidata não faz por menos: promete simplesmente erradicar a miséria do país, independente de quais sejam esses meios.
O tucano optou por apresentar-se como continuador e amplificador pragmático das políticas sociais do "lulismo". Pouco importa de onde sairá o dinheiro. São R$ 46,2 bilhões adicionais já em 2011, como demonstrou ontem reportagem da Folha: R$ 17,1 bilhões para o mínimo, R$ 15,4 bilhões para aposentadorias e R$ 13,7 bilhões para Bolsa Família.
Ora, isso representa uma vez e meia tudo o que a União investiu em infraestrutura -estradas, portos, aeroportos e obras do PAC (que até hoje não sei para que serve)- em 2009. Ou, em outros números, 2,5% do orçamento federal para este ano.

Trata-se de comprometer fatias crescentes da receita com medidas que podem retirar capacidade de investimento do Estado e pressionar as finanças públicas. Não é o que se espera de um político como Serra, que em sua vida pública tem se comprometido com o desenvolvimento e a responsabilidade fiscal.